quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Onde mora o risco



Um ambiente propício à ocorrência de riscos pode nos oferecer muitas fontes “de dores de cabeça”. Identificar estas origens é uma ação obrigatória, para quem não gosta de perdas em processos, retrabalhos, reclamações de clientes, prejuízos financeiros, abalos na imagem da empresa e acionistas insatisfeitos. E você? Você sabe onde podem existir essas fontes de riscos em seu ambiente?

1. * Minha documentação técnica relativa a todas as operações de produção (armazenamento, fabricação, controle em processo, controle da qualidade, embalagem e distribuição, entre outras tantas operações) é devidamente elaborada, revisada, aprovada, seguida e, quando aplicável, atualizada de acordo com as Boas Práticas Vigentes de fabricação. 
sempre freqüentemente às vezes nunca
 
2. * Os treinamentos realizados na empresa são desenvolvidos considerando-se a metodologia da andragogia, e adequada para o público-alvo. Existe um cuidado especial em elaborar treinamentos que atendam os interesses do governo (associados às exigências regulatórias), dos acionistas e das lideranças diretas dos colaboradores. Todos os temas dos treinamentos são previamente discutidos e arranjados em um programa anual aceito e regiamente cumprido por todas as partes. Os treinamentos são, realmente, efetivos e seus conceitos são refletidos na prática. 
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3. * As falhas, ou possíveis falhas de qualidade, são tratadas com rigor técnico e de maneira profissional buscando a causa-raiz dos problemas e as respectivas soluções. Não se buscam “culpados” em análise e tratamento das falhas. Os desvios da qualidade e as reclamações recebidas pelo corpo técnico não têm seu clímax em preenchimentos formais de formulários frios que servem apenas para “cumprir tabela” e serem engavetados, mas em apurado trabalho associado a resultados práticos. Não existe a recorrência de falhas depois do seu tratamento. 
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4. * As auditorias internas são realizadas de maneira periódica. A incidência de não conformidades em auditorias internas é algo passível de ser constatado; no entanto, as ações preventivas e corretivas de todas as observações são tomadas da forma adequada e com a urgência compatível. Existe um grupo de auditores internos devidamente capacitados para a realização das auto-inspeções, mas a empresa também utiliza um especialista interno – e independente - para liderar o grupo.
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5. * As revisões periódicas dos produtos promovem um repensar constante dos processos, provocando mudanças, melhorias, revalidações – quando se aplicar - e agregando benefícios. Os RPP´s não são relatórios complexos de planilhas, gráficos e textos que nunca serão lidos, mas um consolidado de dados capaz de gerar ricas informações. Os RPP não são relatórios emitidos no final de um percurso, mas um consolidado de dados que alimenta os interessados em tempo real.
 
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6. * O conceito de “Controle de Mudança” existe de fato e é tratado caso a caso conforme reza as Boas Práticas Vigentes de Fabricação. A avaliação do impacto de cada alteração é medida com rigor, assim como o acompanhamento das ações e a efetividade da mudança. 
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7. * Existem alarmes em pontos críticos das operações e sistemas mecânicos, eletrônicos e virtuais que funcionam como ferramentas de defesa. A relação dos pontos críticos das operações é conhecida e periodicamente revisada, à luz de novos eventos. Os relatos de produção e controle são emitidos em tempo hábil para a melhor tomada de decisões.  
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8. * As instalações, as utilidades e o maquinário permite a condução das operações conforme as BPVF. Não existem ambientes que facilitem cenários de contaminação cruzada, contaminação por partículas ou troca. 
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9. * O recebimento, armazenamento, controle, gerenciamento e expedição dos materiais são desenhados para atender os clientes internos com rapidez e qualidade. O bom atendimento, a guarda correta dos itens e a acurácia dos estoques é “questão de honra” para os colaboradores dessas áreas. 
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10. * As etapas de envasamento, rotulagem e embalagem final são conduzidas sob rigoroso sistema de segurança. A tarefa de liberação prévia de linha é uma etapa crítica e seguida à risca..
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A pontuação ótima é 50 pontos
* 50 pontos: Condições ideais
* 45 a 49 pontos: Necessita atenção
* 40 a 48: Situação crítica
* Abaixo de 40 pontos: Situação muito crítica. Você pode estar em um ambiente propício a incidência de muitos desvios da qualidade.
 
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